Estamos - Ida e eu - assistindo a série de TV "Os Sopranos" (penso que o correto seria chamar-se "Os Soprano", porque nomes de famíla não têm plural, não é?).
A história se passa nos anos 90 nos Estados Unidos e gira em torno dos problemas de Anthony Soprano para gerir os "negócios" e sua própria família; mãe manipuladora e perversa, uma irmã pequena golpista, um casal de filhos adolescentes e uma mulher inteligente e mal aproveitada em todos os sentidos. E, de quebra, vizinhos esnobes e uma namorada russa.
Hoje, num intervalo no not´ciário local da manhã, prestei atenção á chamada de uma mini série brasileira sobre um deputado que, por cisrcunstâncias se torna presidente da república.
Não vi nada da série, mas parece que os problemas do protagonista são os mesmos de Tony Soprano.
Esse tipo de sensãção trouxe de volta um velho sentimento, adquirido nas reuniões das quais participei ao longo desses mais de 50 anos de vida profissional.
As corporações, públicas, privadas, do bem ou do mal, parecem funcionar quase da mesma maneira e ambiente interno pode vir a ser sufocante e deletério, acabando por contaminar as pessoas que podem acabar desenvolvendo doenças sérias.
Registro, embora não seja um boa coisa para começar a semana.