Realmente acredito que se pode aprender muito prestando a tenção à cultura popular à "voz rouca das ruas".
quem lida com inovação, por exemplo, pode levar uma vida inteira para descobrir que o novo, pode muito bem ser o antigo revisado.
Olhem só o que escreveram Moacyr Luz , Luiz Carlos da Vila e Aldir Blanc na canção "Cabô, meu pai"
O pai me disse que a tradição é lanterna
Vem do ancestral, é moderna
Bem mais que o modernoso
E aí é o meu coração que governa
Na treva é a luz mais eterna
O Todo Mais Poderoso
Também me disse
Com aquele jeito orgulhoso
Que o samba é mais que formoso
Que ninguém lhe passa a perna
É a marola que vira o mar furioso
Netuno misterioso o tesouro das cavernas
A jura é pra quem rezar
A reza é pra quem jurar
A alma pra sempre é do criador
Maré muda com o luar
Futuro é pra quem lembrar
Se é isso que o pai ensinou
Cabô
Cabô, meu pai, Cabô, ô
Cabô, meu pai, Cabô