Uma das coisas que me preocupam nessa pressa em que vivemos é a perda do momento.
como se a bailarina antecipasse o salto e acabasse no chão por falta da presença do seu par, ainda não chegado ali.
Trandormando maio de 2010 em oportunidade de lançamento de modelos 2011 a indústria automobilística não está apenas "furando" seus concorrentes, está negando aos seus clientes que adquiriram o modelo 2010 o direito de estarem up date. Coitados, antes do meio do ano seus carros envelheceram um ano. São, na melhor das hipóteses, "semi-novos", superados que foram pelos de 2011.
Vivemos assim, ansiando por um futuro que malgrado nossa pressa, não chega nunca.
Enquanto isso rompemos alianças e contratos não escritos, magoamos pessoas e descontruimos imagens de marca.
Será que isso é fazer marketing como nos ensinaram os pensadores como Peter Drucker?