Minha amiga Tânia Savaget fez uma visita ao ponto paragrapho e deixou o comentário abaixo no post "o olhar inovador":
O pensamento linear não é muito adequado aos processos de inovação. O pensamento criativo, se não for minimamente direcionado, também não. Imagino que o olhar inovador seja um olhar amplo, sensível, talentoso, feito de humildade e responsabilidade. "
Pois é.
Enquanto o pensamento linear, normalmente é comandado por associações e segue sempre em frente.
(- "Olhe prá frente!" - dizem os adeptos do pensamento linear, talvez crendo que a vida é uma sucessão de decorrências lógicas)
A proposta que vimos fazendo - Olga Modesto, Bia Machado e eu - é a de olharmos à nossa volta e de fazermos isso (ou pelo memos tentarmos fazer isso) em várias dimensões.
Primeiro tendo as pessoas no centro e pensando na nossa atividade o que vemos em volta.
Depois olhando pro tempo com o passado no centro o que vemos à nossa volta.
Aí, de novo com as pessoas no centro e pensando a partir das referências passadas e presentes sobre quais futuros poderão ser construidos.
E como disse a Tânia fazendo isso com humildade e responsabilidade.
Como quem joga as varetas do I Ching.
Assim deve ser o olhar inovador. Ou pelo mesnos é como pensamos que ele deveria ser na Faculdade da Imaginação.