|
« Todos os posts
Por: Mario Castelar
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Pois é Renato. No Rio de Janeiro isso praticamente não existe. As torcidas têm, é claro suas escolas preferidas e futebol & samba têm muito em comum, mas as escolas funcionam separadas da chamada " paixão clubística" e, sobretudo longe das "organizadas".
O "protocolo" do samba no Rio, aceita um certo chororô, até porque os desfiles são bastante próximos uns dos outros e fica mesmo difícil escolher uma escola. Este ano de 2010 a diferença da Grande Rio para Unidos da Tijuca foi de dois décimos (se não me engano).
Mas violência não!
O que impera é o respeito que, aliás, deveria imperar também no futebol. O reconhecimento das qualidades do adversário pode ser um bom ponto de referência para pensar em estratégia.
Ignorar os desqualificar o desenpenho dos competidores é caminho seguro para perder competividade, no carnaval, no futebol, no marketing e na vida!
Categoria:
Claudia Galli 24 fev, 10:12
Zero, Ignacio de Loyola Brandão
TIM, Colleen McCullough
Quarup, Antônio Callado
Display as : cloud | list
O que é? Clique aqui.