Palhaço Voador, Sombra e Doris (que bom ter vocês de volta!) defendem com propriedade a criação, que sofre restrições e interferências às suas idéias e finalmente é quem fica com a fama dos bons e maus trabalhos e resultados (vejam comentários em "a voz rouca das ruas).
Eu acabo achando que a discussão sobre quem afinal estraga as coisas é irrelevante.
Como na canção da qual só sei uma parte e ainda por cima não lembro o nome do autor (com certeza o sombra sabe):
"Um de nós dois deve estar enganado.
Um de nós dois é de um capricho atroz (bem se vê).
Um de nós dois deve ser o culpado.
Talvez seja eu,mas quem há de diaer que não seja você?"
No meu jeito de pensar, as questões de comunicação deveriam ser encaradas sempre latu sensu e trabalhadas sempre por grupos multidisciplinares, onde não há divisão entre criadores, planejadores, atendimento, essas coisas.
Lembra da seleção de futebol da Holanda na Copa de 74?
Praticava o "carrossel". Mudança constante de posições. todos atacavam e todos defendiam e o goleiro usava o número 8.
Acho que um sistema parecido e pessoas com mentes abertas poderiam fazer um trabalho bastante diferenciado ainda que de volta às origens. Anúncio com benefício e argumento pertinente, engraçado ou não.