Dia 1º de julho (quarta-feira próxima) começarei uma fase nova na minha vida. Vou tocar a Ponto Paragrapho.
André Felipe - meu filho - e eu inventamos esse nome num dia de 1993 (quem sabe era domingo?), no apartamento em que morávamos em Niterói - RJ, no alto da Boa Viagem.
Estávamos especulando sobre rumos que eu poderia dar à minha vida, já que estava ficando sem opções no mercado de publicidade. Primeiro acho que falamos da possibilidade de abrir uma livraria, lá mesmo em Niterói. Mais do que uma livraria, falamos de um espaço cultural. Um lugar prá conversar, ler peças de teatro, poemas e ouvir música de raiz (blues, samba, moda de viola, essas coisas).
A Norton ainda não tinha sido vendida para a Publicis e a Ida não havia entrado na minha vida.
Ponto Paragrapho.
O nome nos ocorreu, porque é o que se usa quando se quer mudar de linha. Quando uma idéia já foi inteiramente exposta e queremos mudar de assunto.
Quarta-feira vou começar um novo parágrafo. Vou ser consultor, advisor, coach, conselheiro de pessoas e empresas em marketing e comunicação.
Quero praticar as idéias nas quais acredito; prestação de serviço, abordagem uma a um com efeito massivo, pensamento 360º, comunicação latu sensu. Servindo ao aprofundamento da relação de marcas e empresas com as pessoas.
Como diz a canção na "Asa do Vento" de João do Vale e Luiz Vieira:
" Deu meia noite a lua faz o claro
eu assubo nos aro
vou brincar no vento leste.
A aranha tece puxando o fio da teia
a ciência da aranha, da abeia
e a minha
muita gente desconhece".