O comentário do Ary Alonso no post anterior - "conversando" - lembrando da história do sujeito que parou de cavar em busca de um tesouro, provavelvente quando estava prestes a encontrá-lo (pelo menos é o que sugere a história), me remete de volta às certezas.
Tem hora que me parece que algumas pessoas carregam dentro delas certezas, que direi "boas", porque as mantém funcionando, buscando, cavando, mas não anulam ou condenam os que são diferentes. ao contrário, respeitam, ouvem. São vocações, talvez. São manifestações da fé.
Sinto que de algum modo essas certezas diferem daquelas outras que cegam e ignoram o que acontece ao redor que, algumas vezes, justificam malefícios.
Confesso que tenho algumas certezas, mas no geral prefiro as dúvidas.
E se o tesouro estiver bem aqui. Dentro de mim?