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Get attention
Por:
Mario Castelar
quinta-feira, 17 de abril de 2008
As circunstâncias estão convidando as agências a parar de agenciar. Novos sistemas de remuneração têm sido experimentados, objetivando substituir a comissão e evitar suas condicionantes e há muita discussão sobre o novo papel delas e das demais estruturas que servem ao sistema de comunicação & marketing no planejamento e implantação dos projetos de desenvolvimento e comercialização de produtos e serviços.
Essas circunstâncias estão ligadas às mudanças de comportamento das pessoas e às novas práticas empresariais como, por exemplo, a idéia de sustentabilidade.
Graças à tecnologia as pessoas passaram a poder entrar em contato com as empresas, marcas, produtos e serviços através de uma quantidade enorme de meios.
Organizações não governamentais deram sentido a ações antes vagas e isoladas e criaram capacidade de sensibilizar autoridades e influenciar a opinião pública.
Cada indivíduo pode falar e enviar textos, sons e imagens para outros, para as redes sociais e para as agências de notícias a partir de uma série variada de plataformas multimídia, sem precisar parar.
As pessoas também podem interferir nas transmissões de TV, alterando conteúdos e grade de programação, em tempo real.
Nesse contexto as mensagens publicitárias para funcionar precisam ser construídas a partir de premissas diferentes daquelas do tempo em que eram os meios, os anunciantes e as agências que comandavam a relação com as pessoas.
Além de argumentos pertinentes e significantes e inserção em ambientes propícios, precisamos buscar formatos novos adequados ao novo cenário.
há, por exemplo, a expectativa de que as marcas façam acontecer, sejam responsáveis por eventos especiais na vida de cada um, no lugar de simplesmente dizer coisas, mesmo que esse dizer seja embalado em humor, música ou efeitos especiais.
A comunicação comercial está deixando de funcionar como um fim em si mesma, para integrar um complexo de ações voltadas para a geração de valor e para a manutenção de clientes satisfeitos.
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sustentabilidade
comunicação
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Mario Castelar
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