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    <title>Blog do Castelar</title>
    <description>Blog do Mario Castelar</description>
    <link>http://www.pontoparagrapho.com.br/home.aspx</link>
    <docs>http://backend.userland.com/rss</docs>
    <item>
      <title>opostos</title>
      <description>&lt;p&gt;O Rafael Ferreira comentando o post "design driven innovation" escreveu no último parágrafo do seu texto:  &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;"viver com opostos parece ser um bom caminho"&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Essa é uma das práticas essenciais do &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Simplex - processo criativo de solução de problemas&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, criado pelo Professor Min Basadur, autor - dentre outros - do livro &lt;strong&gt;The Power of Innovation.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Professor Basadur insiste que a empresa, grupo de trabalho ou indivíduo empenhado na solução de um problema ou no aproveitamento de uma oportunidade deve buscar, deliberadamente,  o que ele chama de &lt;em&gt;divergência ativa.&lt;/em&gt; Ou seja, pontos de vista diferentes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Professor Basadur considera a &lt;em&gt;divergência ativa&lt;/em&gt; uma habilidade que todos nós devemos desenvolver, se quisermos incorporar a prática da inovação no dia a dia da nossa empresa ou mesmo na nossa vida pessoal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Outro dia, participei de uma sessão de trabalho de um grupo, como parte de um trabalho de inovação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ouvimos todos uma expalanação técnica e em seguida fomos convidados a avaliar protótipos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Cada um de nós utilizou um critério diferente (aparência, composição). E me pareceu que todos nós julgamos pensando em nós próprios e não nas pessoas que vão ser convidadas um dia a comprar aqueles produtos. `&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É assim mesmo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Olhamos o mundo de um ponto de vista único.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Prestar atenção a essas divergências enriquece o processo criativo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Claro que passado o momento da divergência, o grupo deverá convergir para uma solução. se possível uma que aproveite o maior número possivel de contribuições que essa visão única deu a cada um dos seus integrantes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É aí que mora a inovação.&lt;/p&gt;
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      <link>http://www.pontoparagrapho.com.br/detlahes/12-05-18/opostos.aspx</link>
      <author>Mario Castelar</author>
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      <pubDate>Fri, 18 May 2012 09:20:54 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>dia de Greta Garbor -</title>
      <description>&lt;p&gt;Hoje acordei &lt;em&gt;"sem palpite"&lt;/em&gt; para o assunto do post.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como já disse aqui nesse ponto paragrapho, papai dizia que pobre mesmo é quem não tem palpite.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O palpite traz com ele a esperança de ganhar "algum", na fezinha do bicho.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para dar algum encaminhamento ao meu dia (hoje é quinta-feira), perguntei ao Google: &lt;em&gt;"hoje é dia do que?".&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A reposta infalível - Dia Internacional das Telecomunicações - não me trouxe a inspiração buscada. Eis que logo adiante verifiquei que havia deixado passar uma data.  Dia 08 de maio foi o &lt;strong&gt;Dia do Profissional de Marketing.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E o nosso dia veio e se foi sem que nos déssemos conta disso. Como passam nossas campanhas, nossos slogans, nossas tiradas e uma grande parte das nossas vidas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Temos deixado que nossa profissão seja sinônimo de mentira, de truque, de jogada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Alguém até cunhou a expressão &lt;em&gt;"jogada de marketing".&lt;/em&gt; Algo que se não for falso, é diferente do verdadeiro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Greta Garbor, quem diria, acabou no Irajá!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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      <link>http://www.pontoparagrapho.com.br/detlahes/12-05-17/dia_de_Greta_Garbor_-.aspx</link>
      <author>Mario Castelar</author>
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      <pubDate>Thu, 17 May 2012 08:21:44 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>design driven inovation</title>
      <description>&lt;p&gt;Hoje - 16 de maio - às 19:30, vai acontecer o lançamento do livro Design Driven Inovation, do Professor Roberto Verganti, na Livraria Cultura do Shopping Market Place.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Isso é excelente para a inovação como prática de negócio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Começam a surgir escolas de pensamento, jeitos de olhar e formas de fazer.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ainda não li o livro, mas o Valter Pieracciani me disse que o Professor Verganti trabalha inovação a partir do estudo do significado, das empresas, marcas, produtos e serviços.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma ideia atraente.&lt;/p&gt;
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      <link>http://www.pontoparagrapho.com.br/detlahes/12-05-16/design_driven_inovation.aspx</link>
      <author>Mario Castelar</author>
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      <pubDate>Wed, 16 May 2012 08:30:45 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>processo x conteúdo</title>
      <description>&lt;p&gt;Um aprendizado interessante que a tradução do livro do Professor Min Basadur - The Power of Inovation -  me deu foi a separação de processo e conteúdo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Depois de ter minha atenção despertada, comecei a imaginar que esse é um aspecto realmente importante da prática da inovação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Normalmente buscamos descobrir &lt;strong&gt;o que&lt;/strong&gt; fazer, dando menos importância a &lt;strong&gt;como&lt;/strong&gt; chegamos a essa ideia ou opção de solução.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Lembrei das inúmeras reuniões das quais participei para tentar descobrir "e agora? o que vamos fazer diante dessa (crise, oportunidade?"&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os grupos de trabalho perseguem as ideias.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na minha opinião a contribuição do livro do Prosessor Basadur é a de falar da &lt;strong&gt;importância do processo.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Particularmente no que toca à análise do problema / oportunidade e à sua definição cuidadosa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assim, evita-se encontrar uma solução primeiro para descobrir depois qual o problema que ela resolve;&lt;/p&gt;
</description>
      <link>http://www.pontoparagrapho.com.br/detlahes/12-05-15/processo_x_conteúdo.aspx</link>
      <author>Mario Castelar</author>
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      <pubDate>Tue, 15 May 2012 09:55:31 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>mistérios linguísticos</title>
      <description>&lt;p&gt;O rádio do carro tem sido uma fonte de surpresas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Já há alguns dias ouço um texto que propõe redefinir a expressão "jogar bola". Texto esse que é irmão de um outro (que não tenho ouvido mais) que redefinia "exportar".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Particularmente tenho dificuldade com essas redefinições. Afinal, "jogar bola" é jogar bola e mais nada e "exportar' é vender mercadorias e serviços para o exterior.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como escrevreu um dos hetrônimos de Ferando pessoa &lt;em&gt;"os rios não cantam e as pedras não falam."&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sinto curiosidade para saber quem escreve e quem aprova essas frases, que para mim são verdadeiros mistérios. Mas hoje ouvi outra. essa sem verbo: &lt;em&gt;"nossa transparência. sua confiança".&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O que será que a empresa responsável pela mensagem pretende obter com ela?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
      <link>http://www.pontoparagrapho.com.br/detlahes/12-05-14/mistérios_linguísticos.aspx</link>
      <author>Mario Castelar</author>
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      <pubDate>Mon, 14 May 2012 09:26:10 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>libertas quae sera tamen</title>
      <description>&lt;p&gt;Hoje é Dia das Mães, de Nossa Senhora de Fátima e da assinatura da Lei Áurea (aquela que deveria ter extinto a escravidão no Brasil).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Dia de lembrar dos pretos velhos, das rezadeiras (vovó Ponilha rezava) e das "simpatias".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Dia de lembrar de Zumbi (valeu!).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Eu lembro de Martinho da Vila:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;"Arendeu-se a liberdade combatendo em Guararapes&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;entre flexas e tacapes, facas, fuzis e canhões.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Brasileiros irmanados, sem senhor e sem senzala&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;e a Senhora dos Prazeres transformando pedra em bala.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Bom Nassau já foi embora. Fez-se a revolução&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;e a festa da Pitomba é a reconstituição."&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
</description>
      <link>http://www.pontoparagrapho.com.br/detlahes/12-05-13/libertas_quae_sera_tamen.aspx</link>
      <author>Mario Castelar</author>
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      <pubDate>Sun, 13 May 2012 11:12:55 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>efeito perverso</title>
      <description>&lt;p&gt;Uma vez Evandro Piccino e eu conduzimos uma pesquisa de opinião para avaliar a imagem de uma companhia aérea, junto a viajantes em geral. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Montamos um processo baseado em escalas de sete pontos, se não me engano, complementado por pergundas "abertas".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nos deparamos com um resultado muito interessante.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Claro que não me lembro mais dos detalhes, mas a história que quero contar não depende deles.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É que as pessoas nos contaram nessas questões "abertas" que havia uma série de pequenos aborrecimentos nos vôos, que de tão pequenos não 'mereciam" ser relatados, mas que incomodavam muito.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"Mesinhas" estreitas, pouco espaço entre as fileiras de poltronas, poltronas estreitas, inclinação insuficiente. Enfim coisas tão "insignificantes" que não eram reclamadas mas que criavam antipatia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Antipatia que era agravada pela insignificância dos incômodos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As mesinhas não eram muito estreitas. Apenas um pouco. O suficiente para criar insegurança quanto à estabilidade das bandejas de lanches.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O espaço entre as fileiras não era estreito em demasia apenas um pouco. E os joelhos roçavam na poltrona da frente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma sucessão de "pequenos tormentos" que somados geravam um clima de insatisfação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como não reclamavam dessas pequenezes, as pessoas punham mais ênfase nas outras reclamações. Dando a ítens como atraso nos vôos ou tempo de espera das bagagens mais importância do que dariam se tivessem olhando para as empresas e seus funcionários com boa vontade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Esse é um exemplo do tal "efeito perverso".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como as companhias não parecem trazer para a prática seu discurso, os passageiros não gostam delas (de um modo geral). A relação é do tipo transacional (toma lá, dá cá).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Volta e meia há uma empresa aérea com problemas econômicos / financeiros e ninguém tem pena.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quem manda confundir transporte de pessoas com transporte de carga?&lt;/p&gt;
</description>
      <link>http://www.pontoparagrapho.com.br/detlahes/12-05-11/efeito_perverso.aspx</link>
      <author>Mario Castelar</author>
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      <pubDate>Fri, 11 May 2012 08:42:26 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>reflaxões sobre o intangível</title>
      <description>&lt;p&gt;A primeira vez que ouvi a expressão &lt;em&gt;"patrimônio intangível",&lt;/em&gt; foi no tempo em que participei, pela Norton Publicidade, do atendimento da comunicação do Carrefour´, lá nos anos 80, já no fim dessa primeira etapa da nossa relação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Até aquela apresentação essa ideia nunca havia passado pela minha cabeça.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De lá para cá tenho pensado nisso de forma recorrente. E, independentemente das teorias de gestão, acredito firmemente na existência desse patrimônio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assim como acredito noutra coisa que também creio ter ouvido naquela reunião; &lt;em&gt;"efeito perverso".&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quando somos gestores, tomamos decisões a toda hora. aprovamos e recusamos propostas, campanhas, ações. Contratamos e dispensamos colaboradores e parceiros comerciais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quase nunca (particularmente quando se trata de pequenas decisões) nos detemos para pensar nos efitos perversos das nossas decisões.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assim como acontece na medicina, os "remédios" do marketing (que para mim é sinônimo de gestão) também podem produzir efeitos paralelos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E o acúmulo desses efeitos pode causar danos ao nosso patrimônio intangível.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As pessoas que sustentam nossa empresa, produto/serviço, marca (stakeholders) poderão, num momento dado, gostar menos de nós do que uma situação específica exige.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Temos visto isso acontecer com grandes corporações e por vezes não encontramos, na dimensão tangível, a explicação para o fenômeno.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Há corporações "antipáticas" que fabricam produtos "simpáticos'. empresas cujo sucesso aumenta sua rejeição.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Penso que um dia, a soma dos danos causados ao patrimônio intangível migra para a dimensão tangível e materializa os prejuízos sutís acumulados ao longo do tempo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fascinante, não?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
      <link>http://www.pontoparagrapho.com.br/detlahes/12-05-10/reflaxões_sobre_o_intangível.aspx</link>
      <author>Mario Castelar</author>
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      <pubDate>Thu, 10 May 2012 08:49:17 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>balanço</title>
      <description>&lt;p&gt;Ontem a palestra para os alunos da Escola de Negócios do IMED em Passo Fundo foi boa, mas poderia ter sido melhor.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Faltou aquela centelha que torna as coisas especais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ainda não achei o motivo, mas custei a "achar' a platéia e a conversa transcorreu meio morna.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O jantar depois, com os professores foi melhor.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Eles formam um belo grupo e parecem tocar o projeto da Escola com entusiasmo e alegria.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Estão adotando um modelo bem interessante que aproxima as práticas escolares da vida real e que certamente irá com o tempo mostrar seus efeitos positivos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No balanço final saí ganhando apesar do pouco mérito.&lt;/p&gt;
</description>
      <link>http://www.pontoparagrapho.com.br/detlahes/12-05-09/balanço.aspx</link>
      <author>Mario Castelar</author>
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      <pubDate>Wed, 09 May 2012 08:14:25 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Passo Fundo</title>
      <description>&lt;p&gt;Estou em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Às 19:30 vou fazer uma palestra sonre Inovação para alunos da Escola de Negócios do IMED.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Primeira vez na cidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É impressionante a quantidade de lugares onde nunca fui e  a sensação de chegar pela primeira vez é sempre a mesma.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A de que o mundo é grande (mundo velho sem porteira) e por mais que viajemos, sempre restará lugares e pessoas para conhecer.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As daqui (as poucas com as quais falei até agora) parecem gentís e hospitaleiras.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No táxi descobri que essa é a terra do Grupo Zaffari. Pssamos por um Bourbon lindo e o Roberto me deu a informação. Aqui surgiu a Comercial Zaffari.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tenho omaior respeito pela empresa e pelas pessoas de lá.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um bom presságio.&lt;/p&gt;
</description>
      <link>http://www.pontoparagrapho.com.br/detlahes/12-05-08/Passo_Fundo.aspx</link>
      <author>Mario Castelar</author>
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      <pubDate>Tue, 08 May 2012 15:16:15 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>filosofia</title>
      <description>&lt;p&gt;A vida tem umas passagens difíceis, nas quais nossas energias são fortemente solicitadas e nossa fé é submetida aos testes mais severos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quando um amigo deserta, um projeto fica ameaçado, um sonho situa-se à beira da desilusão.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Esses desafios nos servem para confirmarmos ou não nossas decisões recentes e, aparentemente também servem para que reexaminaemos nos decisões passadas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sei de uma corrente filosófica que sugere contarmos nossa história para nós mesmos, em busca de descobrirmos com foi que fiemos parar aqui (na posição que nos encontramos no momento).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Essa revisão pode ser um ponto de partida para um projeto de inclusaão da inovação nas práticas diárias das empresas, assim como na nossa vida pessoal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assim deixamos de culpar os outros pelos nossos ocorridos e podemos descobrir novos conjuntos de ações para vivermos melhor, mas pacíficos e mais contentes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
      <link>http://www.pontoparagrapho.com.br/detlahes/12-05-07/filosofia.aspx</link>
      <author>Mario Castelar</author>
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      <pubDate>Mon, 07 May 2012 15:41:09 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>pequenas histórias -</title>
      <description>&lt;p&gt;As histórias são muitas. Mas uma é a minha preferida e tem o Nelson Porto por testemunha.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um dia fomos chamados pelo novo presidente de um cliente internacional - Nelson, Borghoff e eu - no primeiro horário da manhã.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ele  não falava português e expressou-se em inglês com esforço, para nos dizer que uma das missões que havia recebido da matriz era a de globalizar o atendimento da conta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por isso, embora reconhecendo que havíamos prestado bins serviços até ali e, inclusive dispondo-se a nos dar uma carta de recomendação, lamentava mas estava nos comunicando que não mais atenderíamos a conta de sua companhia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nelson e eu já nos preparávamos para sair, quando ouvimos o Borghoff:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- &lt;em&gt;" Compreendi. qual o próximo passo?"&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nosso interlocutor, coitado, sem muita confiança na sua capacidade de se fazr entender claramente em ingles e diante daquela pessoa sorridente, perguntou:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;-&lt;em&gt; "Como assim? Próximo passo?"&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E o Borghoff inabalável:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- &lt;em&gt;"Sim. Entendi que prestamos bons serviços e que o senhor até se dispõe  &lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;     a &lt;/em&gt;&lt;em&gt;nos recomendar, não é? então, qual o próximo passo?"&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E o presidente novo:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- &lt;em&gt;"Acho que estamos tendo problemas de comprreensão."&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E o Borghoff:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- &lt;em&gt;Absolutamente. comprrendi que o senhor recebeu uma missão dif´cil da sua matriz e estou me dispondo a ajuda-lo. qual o próximo passo?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E o coitado do estrangeiro, ainda sofrendo os efeitos do jet leg:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;- "O que o senhor sugere?"&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E nosso inamovível colega:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- &lt;em&gt;"Um almoço seman que vem."&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mantivemos a conta por mais uns seis meses, até que nosso cliente falasse português claro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
      <link>http://www.pontoparagrapho.com.br/detlahes/12-05-05/pequenas_histórias_-.aspx</link>
      <author>Mario Castelar</author>
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      <pubDate>Sat, 05 May 2012 09:27:31 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Borghoff</title>
      <description>&lt;p&gt;Francisco Julio Borghoff da Rocha morreu esta semana em Santa Catarina.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Trabalhamos juntos da Norton por uns 25 anos, sendo 12 deles (1987/1998)  na Norton Rio, onde dividimos  a responsabilidade pelo escritório.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Difícil essa divisão de espaço.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ele era como uma força da natureza, impetuoso, tumultuado, entrão.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Rimos e choramos juntos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Brigamos e fizemos as pazes mil vezes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sinto que ele tenha ido. E mais ainda pela forma que foi.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Logo ele que tinha o gosto da grandeza, conhecimento do mundo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Grande dançarino, fluente em pelo menos três idiomas. Ousado e persistente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Vivemos grandes momentos juntos. Prospectando, ganhando e perdendo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com a chegada dele, o Plano Espiritual jamais será o mesmo.&lt;/p&gt;
</description>
      <link>http://www.pontoparagrapho.com.br/detlahes/12-05-04/Borghoff.aspx</link>
      <author>Mario Castelar</author>
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      <pubDate>Fri, 04 May 2012 16:25:16 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>o tempo e o vento -</title>
      <description>&lt;p&gt;Uma das dificuldades do nosso trabalho de contruação e zeladoria de reputações é que mesmo a iniciativa sendo nossa, a conclusão é dos outros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nossa reputação (ou a das empresas, instituições, marcas produtos e pessoas das quais cuidamos) não necessariamente a que queremos, é aquela que os outros dizem que é.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Claro, uma barragem cerrada de mídia de massa pode dar a impressão de que as pessoas pesam bem a nosso respeito, mas cessado o "fogo", pode ser que não seja bem assim.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Queiramos ou não a reputação depende do tempo, da natureza  e da consistência das nossas ações, do conteúdo do nosso discurso, da nossa aparência, da qualidade dos nossos relacionamentos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por mais que tentemos 'baretear" o marketing (que, no final das contas, é do que se trata), a administração do relacionamento das empresas, instituições, marcas, pessoas e produtos com a sociedade é delicada e exige conhecimento técnico, sensibiidade e paciência.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como cuidar de uma planta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Muita água afoga, pouca água seca. Muito sol torra, nenhum sol mata.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Dosar as quantidades de cada tipo de ação. Resistir às "pragas". Assumir um lugar no mundo, posicionando-se sobre cada interesse dos diferentes grupos de opinião, é o que faz uma grande marca ou uma grande "company behind the brand".&lt;/p&gt;
</description>
      <link>http://www.pontoparagrapho.com.br/detlahes/12-05-04/o_tempo_e_o_vento_-.aspx</link>
      <author>Mario Castelar</author>
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      <pubDate>Fri, 04 May 2012 08:34:34 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>o sentido das coisas -</title>
      <description>&lt;p&gt;E, se mudou a forma pela qual as pessoas se comunicam (umas com as outras, com as marcas, as empresas e as instituições) também mudou o nosso pequeno mundinho do &lt;em&gt;marketing communication&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O trabalho já não é tão charmoso. As agências perderam bastante da sua importância e uma certa "desordem" parece dominar o mercado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É que o tempo, uma das variáveis da construção de reputação, ganhou velocidade e foi comprimido. Os anos duram três meses,. ao sabor dos relatórios trimestrais das grande empresas. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;As fusões, mergers, aquisições, joint ventures, etc fazem as empresas trocarem de razão social e quase não se reconhece mais &lt;em&gt;"the company behind the brand".&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como quase todas  as grandes corporações têm suas ações em Bolsa, seus proprietários, de uma certa forma podem ser os mesmos e seus propósitos que poderiam estabelecer a real diferença entre elas, passou a ser o lucro, segundo a ótica do pessoal de finanças.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Entre as pequenas há a grande perplexidade pelo charme perdido.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E além de tudo não temos mais Peter Drucker para nos mostrar o sentido das coisas, se é que elas têm algum.&lt;/p&gt;
</description>
      <link>http://www.pontoparagrapho.com.br/detlahes/12-05-03/o_sentido_das_coisas_-.aspx</link>
      <author>Mario Castelar</author>
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      <pubDate>Thu, 03 May 2012 08:28:05 GMT</pubDate>
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